• Pedro Henrique e Stefano Biazotto

O que fazer para encarar os desafios que a pandemia trouxe para o mundo empresarial?

O dia 26 de Fevereiro de 2020 ficou marcado como um dia histórico para o Brasil, mas não histórico como algo a ser comemorado como uma grande vitória na Copa do Mundo ou um dos grandiosos dias em que Ayrton Senna ganhava mais um título pela fórmula 1, mas ficou marcado por ser o dia em que o primeiro brasileiro, infelizmente, testou positivo para o então pouco conhecido Coronavírus.


Desde então, com o crescimento exponencial dos casos da nova doença, micros e grandes empresários tiveram que fechar suas portas, não podendo mais receber os clientes em seu estabelecimento. No começo, todos nós pensamos: “Ah, em dois ou três meses tudo voltará ao normal” mas, infelizmente, isso não aconteceu, vidas continuaram sendo perdidas e o comércio prosseguiu de portas fechadas ou trabalhando com sua capacidade reduzida.


Em virtude disso, muitos comerciantes (principalmente comerciantes locais) tiveram que fechar suas portas, devido à falta de recursos para pagar suas contas. Segundo dados do IBGE, em 2020, 760 mil empresas fecharam as portas desde o início da pandemia, com isso, a necessidade de se reinventar no novo cenário apareceu de maneira latente.


Sabendo disso, muitos modelos diversificados de negócio ganharam força, dentre eles, os modelos de negócio conhecidos como “startup” que, numa tradução livre significa “empresa emergente”, começou a ganhar formato. Pequenos negócios que antes mal tinham contas em redes sociais, começaram a investir neste sistema como sendo uma fonte de afago financeiro e social. Grande parte da mentalidade empreendedora na pandemia veio em decorrência da criatividade e da inovação que, como em um casamento perfeito, colocaram em prática a ideia e a ação, gerando frutos rentáveis e extremamente satisfatórios. Uma pesquisa recente elaborada pela Fundação Getúlio Vargas apontou que sete em cada dez empresas já estão atuando nas redes sociais, fomentando a interação do público e a promoção do seu negócio.


Com o engajamento nas redes sociais, notou-se a vasta gama de possibilidades de ampliação na disseminação de informação. Segundo o autor David Beisel, a socialização virtual gerou uma interatividade muito maior entre loja e cliente, o qual ele chama pelo termo de “Social Commerce”, assegurando o alcance do anúncio do serviço para diversos públicos, possuindo como parte fundamental a avaliação do público ao serviço prestado.


Como se não bastassem apenas as ideias criativas propostas pelas interações nas redes sociais, o brasileiro também optou por mudar seus padrões, procurando desenvolver estratégias de negociação consciente, desenvolvendo a empatia por quem consome o serviço prestado e por aqueles os quais o empresário lidera. De acordo com a gigante de consultoria e relações públicas Norte Americana, a Edelman, 93% dos consumidores entrevistados acreditam que o país só passará por essa crise se as empresas, sejam elas pequenas ou grandes, provarem que poderão resguardar o consumidor e sua relação de comercialização.


Por fim, em meio a um cenário ainda caótico em todos os lados, o que podemos e devemos nos conscientizar é sobre o cuidado que devemos ter com o próximo e com nós mesmos. Medidas de proteções sanitárias são muito importantes para que nós como população saiamos desta situação e, para que você comerciante se recupere, lembre-se de não ter pressa em suas relações econômicas, seja paciente com o tempo o qual vivemos e, acima de tudo, não tenha medo de errar, pois, como diria o Steve Jobs ex CEO e fundador da Apple: “você pode encarar um erro como uma besteira a ser esquecida, ou como um resultado que aponta uma nova direção”.


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